O meu novo amor é companheiro, é decidido, é seguro. Somos tão diferentes, mas ao mesmo tempo podemos ser tão parecidos...
Ele não me escreve as mais lindas mensagens e também não me promete um conto-de-fadas, mas transmite ternura no olhar, carinho no toque e alegria no sorriso.
Nossa sintonia nem sempre é possível pois,às vezes, vivemos com diferentes propósitos de idéias e objetivos, mas buscamos alcançá-la para talvez tornar nossa história mais sólida, rica e profunda....ou então iremos viver outra história para no futuro nos reencontrarmos...
Você me pergunta Pela minha paixão Digo que estou encantada Como uma nova invenção Eu vou ficar nesta cidade Não vou voltar pro sertão Pois vejo vir vindo no vento Cheiro de nova estação Eu sei de tudo na ferida viva Do meu coração...
18 de out. de 2008
17 de ago. de 2008
A renúncia das paixões
Qual foi a primeira vez na vida em que você foi obrigado a renunciar alguma paixão? Como você se sentiu depois dessa renúncia?
Durante nossa vida, trilhamos diversos caminhos, e no decorrer dessas vivências experientamos, por vezes, registros inesquecíveis de acontecimentos importantes. Vivemos milhares de situações diversas, porém não são todas que são especiais, algumas delas é que adquirem um colorido afetivo intenso. No entanto, podemos nos apegar algum objeto que poderá ser para nós, por demais importante, mas que nem sempre encontra suficiente resposta para o nosso bem estar psíquico. Aquela realidade idealizada passa então por uma nova fase. Essa é a fase da renúncia do ideal, a renúncia das paixões. A primeira vez em que precisamos renunciar é quando nosso objeto escolhido não nos fornece mais o que é suficiente para nós. A sensação primeiramente sentida é a de um vazio, seguida de um distanciamento, até finalmente alcançar um alívio e um desligamento.
Durante nossa vida, trilhamos diversos caminhos, e no decorrer dessas vivências experientamos, por vezes, registros inesquecíveis de acontecimentos importantes. Vivemos milhares de situações diversas, porém não são todas que são especiais, algumas delas é que adquirem um colorido afetivo intenso. No entanto, podemos nos apegar algum objeto que poderá ser para nós, por demais importante, mas que nem sempre encontra suficiente resposta para o nosso bem estar psíquico. Aquela realidade idealizada passa então por uma nova fase. Essa é a fase da renúncia do ideal, a renúncia das paixões. A primeira vez em que precisamos renunciar é quando nosso objeto escolhido não nos fornece mais o que é suficiente para nós. A sensação primeiramente sentida é a de um vazio, seguida de um distanciamento, até finalmente alcançar um alívio e um desligamento.
8 de ago. de 2008
Encontros e desencontros
Durante nossa vida, tivemos diversos momentos de encontros e desencontros. Temos alguns encontros que são marcados, outros que acontecem quando a gente menos espera. Existem encontros que temos vontade de que fossem eternos, cada detalhe é sentido com a mais pura alegria. Entretanto, há também momentos de desencontros. Esses desencontros podem ser provocados por uma falta de sintonia ou até mesmo por destinos diferentes que a vida impõe às pessoas. Alguns desses desencontros podem não ser percebidos enquanto outros são dolorosamente sentidos.
Sobre o desejo
Pensamos ter recebido aquele carinho tão amoroso que chegamos a registrar a presença, talvez por alguns instantes, de um amor que pudesse ser perfeito, mas não era amor..era algum desejo que se acabou. O desejo é como uma fogueira ardente e espetacular, que aquece os corações e enche os olhos de fascínio, mas que com os intempéries do tempo se apaga. O desejo nos convida, nos seduz, nos promete momentos maravilhosos. Precisamos desse desejo para que nossa vida seja mais vibrante, colorida e interessante, porém temos que ultrapassar o desejo. Temos que saber construir também bases para nossos desejos, planos e metas. Devemos possuir a sabedoria para pôr em prática, ou seja, construir o alicerce dos nossos sonhos. Por isso, não deixe de sonhar, apenas saiba a hora certa de executar os seus planos e torná-los realidade!
6 de ago. de 2008
Sobre as escolhas
Somos feitos dos nossos sonhos, desejos, medos, raivas, tristezas e alegrias, mas sobretudo somos feitos daquilo que decidimos para a nossa vida: nossas escolhas. Seja a escolha mais superficial que se refira a marca que iremos vestir às escolhas mais complexas sobre as pessoas com as quais iremos nos relacionar. Muitas de nossas escolhas, podem ser inconscientes, frutos de memórias do passado e nos influenciar no dia-a-dia, na forma como lidamos com a vida.
Por vezes, podemos sentir que determinada escolha nos traz satisfação e contentamento quando nossas expectativas entram em sintonia com o retorno de nossos planos. No entanto, poderá haver frustração, quando dependemos não somente da nossa vontade e do nosso desejo, mas do desejo do outro. O outro possuí uma história diferente da nossa pautada por lembranças subjetivas peculiares e por impressões afetivas diversas sobre a vida. Aí nesse momento. poderá surgir o conflito, pois nossas escolhas não podem de nenhuma maneira forçar a escolha dos outros. Temos é claro, que acreditar no que planejamos, possuir força e garra, mas também temos que ter a sabedoria de perceber o desejo do outro, sem misturar com o que é nosso.
Por vezes, podemos sentir que determinada escolha nos traz satisfação e contentamento quando nossas expectativas entram em sintonia com o retorno de nossos planos. No entanto, poderá haver frustração, quando dependemos não somente da nossa vontade e do nosso desejo, mas do desejo do outro. O outro possuí uma história diferente da nossa pautada por lembranças subjetivas peculiares e por impressões afetivas diversas sobre a vida. Aí nesse momento. poderá surgir o conflito, pois nossas escolhas não podem de nenhuma maneira forçar a escolha dos outros. Temos é claro, que acreditar no que planejamos, possuir força e garra, mas também temos que ter a sabedoria de perceber o desejo do outro, sem misturar com o que é nosso.
10 de jan. de 2008
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